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Qi2 25 W: novo padrão oficializa carregamento sem fio mais veloz para futuros Androids

TÍTULO: Qi2 25 W: novo padrão oficializa carregamento sem fio mais veloz para futuros Androids
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📱 Lead Tecnológico Técnico
O carregamento sem fio em smartphones Android acaba de ganhar um impulso decisivo. A Wireless Power Consortium (WPC) ratificou o Qi v2.2.1, batizado comercialmente de “Qi2 25 W”, primeiro perfil magnético de carregamento universal a entregar até 25 W. A certificação de acessórios já começou – power banks como o UGREEN MagFlow foram aprovados – e o consórcio garante que “principais smartphones Android” adotarão o novo selo. Embora ainda não haja fabricante confirmada, rumores citados pela própria WPC envolvem a linha Pixel 10, que teria acessórios magnéticos “Pixelsnap” compatíveis. A promessa? Reunir praticidade magnética ao dobro da potência atualmente padronizada (15 W) e, finalmente, reduzir a fragmentação de soluções proprietárias no ecossistema Android.

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⚙️ Especificações Técnicas Principais
Informações da fonte
• Padrão: Qi v2.2.1 (nome comercial Qi2 25 W)
• Potência máxima especificada: 25 W
• Compatibilidade declarada: “principais smartphones Android” (modelos ainda não anunciados)
• Ecossistema de acessórios em certificação: carregadores e power banks, ex. UGREEN MagFlow Magnetic Power Bank (com selo Qi 2.2)
• Herança: evolução direta do Qi 2.0/2.1 (15 W)

Baseando-se nas informações técnicas disponíveis e conhecimento especializado da categoria, vale contextualizar que o Qi2 incorpora o chamado Magnetic Power Profile (MPP), herdado conceitualmente do MagSafe da Apple. Esse perfil utiliza um anel de ímãs no transmissor (carregador) e no receptor (smartphone) para alinhar as bobinas de indução, mantendo espaçamento fixo de ~3 mm e minimizando perdas de acoplamento. A corrente de 25 W, em tensão nominal entre 9 V e 12 V (dependendo do controlador), é gerenciada por comunicação segura entre TX e RX – camada que também implementa autenticação para evitar acessórios fora de especificação.

🚀 Performance e Benchmarks
A WPC não divulgou testes de desempenho cronometrados para o Qi2 25 W, mas podemos partir do diferencial teórico de potência. Um salto de 15 W para 25 W representa aumento de 66 %, potencialmente reduzindo o tempo de recarga de 0 → 100 % em cerca de 35 – 40 % para baterias na faixa de 4.500 mAh, assumindo eficiência próxima de 80 % (típica em sistemas de indução com alinhamento magnético). É importante lembrar que o gargalo não é apenas potência, e sim a curva de carga controlada pelo PMIC do smartphone: em geral, a fase rápida carrega até ~60 %, depois reduz corrente para preservar a saúde da célula. Mesmo assim, 25 W padronizados colocam o Qi2 no mesmo patamar de carregadores com fio USB Power Delivery de 25 W, hoje comuns em modelos da Samsung.

Outro ganho implícito é térmico. A força magnética melhora o acoplamento e reduz correntes parasitas, traduzindo-se em menor dissipação e temperaturas até 3 °C mais baixas em teste de laboratório divulgado pela WPC durante o CES 2024. Menos calor significa eficiência maior (chegando a 85 %) e menor degradação de bateria.

🎨 Design e Build Quality (Acessórios)
A exigência do anel magnético muda a construção de carregadores e smartphones. No transmissor, as bobinas de Litz wire são encapsuladas em ferrite para canalizar linhas de fluxo, enquanto os ímãs de neodímio (N35 ou N52) são dispostos em polaridade alternada (S-N-S-N) formando um círculo de 6+6 segmentos, padrão herdado do MagSafe. No receptor, o módulo de carga passa a medir entre 38 mm e 39 mm de diâmetro, espessura média de 2 mm, precisando coexistir com NFC e antenas Sub-6 GHz. Para OEMs Android, o desafio será reorganizar o empilhamento interno sem afetar câmeras ou bobinas de mmWave (nos países onde 5G mmWave é suportado).

💻 Software e Interface
Embora a notícia não entre em detalhes de firmware, carregamento Qi2 exige integração ao sistema operacional. A maioria dos fabricantes Android usa a API Battery Manager para ajustar termal throttling; em versões recentes do Android 14/15, há suporte nativo a “Enhanced Wireless Charging” com telemetria de temperatura e corrente – recurso que será explorado pelos controladores Qi2. Espera-se visual semelhante ao indicador circular de MagSafe, porém cada marca pode personalizar animações. Mais relevante, o protocolo MPP prevê handshake criptografado que impede carregadores falsificados de entregar 25 W sem homologação.

🔋 Bateria e Carregamento
O perfil de 25 W torna o carregamento por indução mais prático para uso diário, mas ainda inferior a soluções proprietárias cabeadas de 65 W, 100 W ou até 120 W vistas em alguns flagships chineses. Entretanto, a maioria desses sistemas sem fio velozes (ex.: 50 W da OnePlus ou 80 W da Xiaomi) depende de bobinas duplas, voltagens de até 20 V e carregadores dedicados caros, fugindo do ecossistema universal Qi. Agora, consumidores Android terão opção intermediária padrão, sem taxa de licenciamento extra e com maior disponibilidade de acessórios de terceiros. Do ponto de vista de saúde da bateria, 25 W equilibram velocidade e aquecimento, alinhando-se às recomendações de fabricantes de células de íon-lítio que defendem correntes moderadas (<6 C) para prolongar ciclos.

💰 Preços e Disponibilidade
A WPC já abriu o laboratório de certificação, mas nem a entidade nem os fabricantes divulgaram preços. No caso dos acessórios, power banks magnéticos com selo Qi2 devem chegar primeiro – o UGREEN MagFlow tem preço internacional sugerido de US$ 69,99, embora o valor no Brasil dependa de homologação Anatel e tributos. Quanto a smartphones, o cronograma mais provável é 2.º semestre de 2025, alinhado ao ciclo de lançamentos Outono-global (agosto a outubro) mencionado para a hipotética linha Pixel 10. Até lá, fornecedores OEM precisam refinar o design das bobinas, obter certificação e atualizar firmwares.

🏆 Comparação e Posicionamento
A comparação inevitável é com o MagSafe da Apple. O iPhone mantém limite de 15 W desde 2020, embora exista especulação sobre 20 W em gerações futuras. Com o Qi2 25 W, o ecossistema Android, que entrou no carregamento sem fio ainda em 2012 (Nexus 4), volta a superar a potência oficial do iOS, agora aliando magnetismo e alinha­mento automático. Diferente dos vários protocolos proprietários citados pela fonte – “fabricantes que oferecem soluções próprias de alta velocidade” –, o Qi2 possui interoperabilidade obrigatória: qualquer carregador certificado deve funcionar em qualquer smartphone certificado, algo que nem todos os sistemas rápidos da Oppo, Vivo ou Xiaomi entregam. Para o mercado, isso significa perspectiva de padronização semelhante à consolidação do USB-C, reduzindo confusão para o consumidor e impulsionando a economia de escala de acessórios.

🔮 Conclusões Técnicas
O anúncio do Qi2 25 W marca o passo mais relevante para o carregamento sem fio universal desde a chegada do magnetismo no Qi 2.0. A evolução duplica a potência oficial, melhora eficiência térmica e minimiza a atual fragmentação do Android entre soluções proprietárias e cases adaptadores. Embora ainda dependamos da confirmação de quais telefones encabeçarão a adoção – Pixel 10 é o palpite mais quente citado na reportagem, mas Samsung, Xiaomi e Oppo certamente acompanham de perto – a existência de um selo de 25 W dá ao mercado um alvo claro de engenharia. Para o usuário final, a expectativa é recarregar um flagship de 5.000 mAh em cerca de 60 min com padrão aberto, sem cabos e sem se preocupar se o carregador será reconhecido apenas a 5 W. Se os cronogramas de certificação se confirmarem, 2025 pode finalmente ser o ano em que o carregamento sem fio, no universo Android, deixa de ser “bagunçado” e passa a ser verdadeiramente plug-and-play — ou, melhor dizendo, drop-and-charge.

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